sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Encontro Estadual de Agricultores(as) Experimentadores(as)


Encontro Estadual de Agricultores(as) Experimentadores(as)

A ASA Potiguar está realizando desde ontem no Município de ASSU o Entro Estadual de Agricultores Experimentadores, diversas temáticas importantes de fortalecimento da Agricultura Familiar de base Camponesa estão sendo trabalhadas. Durante o dia de ontem foi bastante discutido os temas de Agroecologia e Economia Solidária, com a participação e Colaboração de Raniere Barbosa do SEAPAC, Lidiane da AACC e Fabrício Edino do CENTRO JUAZEIRO. Foram momentos de muita riqueza e aprendizagem para as organizações e para os trabalhadores.

Hoje está acontecendo outro momento especial, com a temática do “O Impacto dos Monocultivos Irrigados e o Uso Indiscriminado de Agrotóxicos” com a Professora RAQUEL RIGOTTO.
Fabrício Edino - Centro Juazeiro (Temática Transição Agroecológica)

Raquel Rigotto é professora e pesquisadora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. Coordenadora do Núcleo Tramas - Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, Raquel contesta o modelo de desenvolvimento agrícola adotado pelo Brasil e prevê que para as populações locais restará a "herança maldita" do agronegócio: doenças e terra degradada.
Desde 2008, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos para se tornar o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas, é também o principal destino de agrotóxicos proibidos em outros países.

Segundo Raquel Rigotto O uso dos agrotóxicos não significa produção de alimentos, significa concentração de terra, contaminação do meio ambiente e do ser humano.

Esse Encontro tem a Organização da COOPERVIDA, CPT e FETRAF

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

JATOBÁ Primeiro território quilombola a ser titulado pelo INCRA no Rio Grande do Norte

JATOBÁ Primeiro território Quilombola a ser titulado pelo INCRA no Rio
Grande do Norte

O dia da consciência negra teve um significado especial para os remanescentes de quilombolas da comunidade Jatobá, em Patu (RN). A Superintendência do INCRA no Rio Grande do Norte deu mais um passo para titular o primeiro território remanescente de quilombo no estado. Na última quarta-feira (16) foi ajuizada a oitava ação de desapropriação do território quilombola de Jatobá, por meio da Procuradoria Federal Especializada (PFE), na Justiça Federal de Pau dos Ferros (RN).

A ação visa o pagamento da terra e de benfeitorias feita por oito famílias não quilombolas que moram há vários anos na região demarcada por meio de comprovação de depósito. O passo seguinte é de imissão de posse, que deverá ser despachado pelo juiz nos próximos dias. Após o ato de imissão de posse, previsto para o início de dezembro, o INCRA fica autorizado a titular as 30 famílias moradoras de Jatobá, que vivem e trabalham em 219 hectares de terra.

A comunidade de Jatobá se definiu como remanescente de quilombo em 2004. Neste ano o INCRA abriu processo para demarcação e titulação das terras ocupadas pelos seus moradores. Parte importante do documento é o relatório técnico de identificação e delimitação (RTID), documento composto pelo relatório antropológico, cadastro das famílias quilombolas, levantamento fundiário da região, planta e memorial descritivo do território.

Fonte: Ibero Hipólito,

Unidade Experimental de Palma Forrageira foi implantada em Messias Targino/RN


 Unidade Experimental de Palma Forrageira foi implantada em Messias Targino/RN
Palma plantada
Agricultores e Assessoria
 Foi implantada a primeira unidade  demonstrativa de Palma Forrageira adensada e irrigada  do município de Messias Targino. Com uma área de 200 mt². A área visa difundir a tecnologia de reserva estratégica de forragem entre os criadores do município que quando chega está época do ano ficam sem forragem para os animais. 
         É uma tecnologia nova que está sendo difundida em outras regiões do nordeste e que chega também em Messias Targino. Onde se obtêm  mais de 200 toneladas de palma por hectare/ano com o mínimo de água 5L de água por metro linear a cada 15 dias. Esse plantio está dentro de uma área de 1ha que está sendo trabalhada técnicas de correção de solo em curvas de níveis. 
O plantio foi  realizado na propriedade Logradorzinho  do Agricultor Familiar Torquato Teixeira Neto em parceria com a Secretaria de Agricultura de Messias Targino, EMATER,  Centro Juazeiro e Prefeitura Municipal de Messias Targino, Visão Mundial e Associação Santa Terezinha. Essa ação faz parte de um conjunde de estratégias desenvolvidas por essas parcerias na busca da convivência com o semiárido.
Assessoria: 
Fabrício Edino - Centro Juazeiro
Raniere Barbosa - Centro Juazeiro
Aderban Medeiros - EMATER
João Evangelista - Visão Mundial 

Outras Fotos:

sábado, 19 de novembro de 2011

AGRICULTORES DO VALE DO APODI RECEBEM CAPACITAÇÃO


Agricultores do Vale do Apodi recebem capacitação

José Flaviano Barbosa de Lira - Engenheiro Agrônomo e Coordenador do Centro Juazeiro   

 O manejo de água de irrigação foi tema de mais uma capacitação do Projeto da UFERSA/CNPq, realizada junto a pequenos produtores de arroz vermelho no Vale do Apodi. O projeto conta com a parceria com o Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários – SEAPAC/Mossoró, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi – STTR/Apodi e, a Associação dos Produtores de Arroz do vale do Apodi – APAVA/Comunidade de Reforma.
A parceria, que tem o objetivo de fortalecer a Cadeia produtiva do Arroz no Vale do Apodi, desenvolve pesquisas, unidades demonstrativas de orgânico e capacitações sobre o cultivo do Arroz. O projeto visa aumentar a eficiência da cadeia produtiva do arroz relacionada a ganhos econômicos, sociais e ambientais na perspectiva de promover a Agroecologia.
As atividades foram coordenadas pelo agrônomo José Flaviano Barbosa de Lira e pelo Prof. Francisco de Assis Oliveira (DCAT), representando a Equipe coordenada pelo Professor Dr. Neyton Miranda (UFERSA – DCAT). A próxima capacitação vai acontecer no próximo dia 20 de novembro.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Família Quilombola conquista seu primeiro talão de Nota Fiscal

Família Quilombola conquista seu primeiro talão de Nota Fiscal.

Neide da Silva - Sinto que estamos no caminho correto, em busca da melhoria da qualidade de vida, sou agricultora com reconhecimento legal para vender meus produtos

A Comercialização de produtos da agricultura familiar tem sido no Brasil um grande desafio, principalmente no que se refere ao acesso ao mercado institucional e os programas governamentais como o PNAE e Compra Direta. O Agronegócio aliado a legislação brasileira vem a todo o momento pressionando e impossibilitando que os as agricultores e agricultoras famílias tenham acesso aos mercados e assim possam comercializar livremente seus produtos.

Hoje aqui no Estado do Rio Grande do Norte temos o acesso a Nota Fiscal do produtor, isso possibilita as famílias campesinas uma maior segurança. Na Comunidade Negra do Jatobá a família da Sra. Neide da Silva conseguiu a emissão do Talão de Nota Fiscal, assim vai ser possível comercializar polpa, hortaliças e mudas produzidas na própria comunidade. 

Esse foi um grande passo! Outras famílias da Comunidade Negra e de outras do Municípios estão fazendo o mesmo. A Comunidade Negra está sendo fortalecida com um grande conjunto de organizações parceiras como o Centro Juazeiro, Núcleo Sertão Verde, Rede Pardal, CF8, Rede Xique Xique, AVFS, PDA Novo Sertão/Visão Mundial, Prefeitura Municipal de Patu, STTR de Patu e EMATER.

 O CENTRO JUAZEIRO e a EMATER farão reunião com a Prefeitura Municipal de Patu e representantes das escolas estaduais para apresentar proposta de comercialização dos produtos da Comunidade Negra do Jatobá.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Agricultura de Messias Targino comercializa sementes agroecológica para o P1+2

Agricultura de Messias Targino comercializa sementes agroecológica para o P1+2


José, Maria José e seu filho Jonas
A Família de Maria José produz hortaliça agroecológica a mais de dez anos, com o apoio do Centro Juazeiro vêm a mais de três anos produzindo suas próprias sementes, hoje a família é alto sustentável na produção de sementes de Coentro, Alface, Cenoura, Pimentão, Melão de Cheiro, Tomate e outras.

É muito melhor nós produzirmos a nossas próprias sementes do que comprar, assim estamos economizando dinheiro, e temos a certeza de que estamos plantando uma semente limpa e de boa qualidade, comenta Maria José.

Através do P1+2 UGT Núcleo Sertão Verde a família vai comercializar 50Kg de sementes de coentro.


Coleta de semente de Alface

Segundo José, "Além das outras muitas vantagem, o cultivo de sementes agroecológica está melhorando a nossa renda da família e a vida de muitos outros agricultores".

O Centro Juazeiro faz o acompanhamento técnico a essa família através do Projeto Balaio de Economia Solidária da Rede Pardal que tem como parceiros AVFS e o CF8 com recursos da União Européia.